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Ministro das Finanças assinala progressos alcançados durante a Presidência Portuguesa

ECOFIN

19 jun · 15h30

João Leão, Ministro de Estado e das Finanças © European Union 2021

O Ministro de Estado e das Finanças, João Leão, faz um balanço positivo dos trabalhos do ECOFIN nos últimos seis meses. Após ter presidido à última reunião de ministros das Finanças e da Economia dos 27 Estados-Membros, João Leão lembrou que Portugal presidiu ao Conselho da União Europeia num período “muito desafiante para a Europa e para o Mundo”, mas que “progressos a vários níveis foram alcançados”.

“ No ECOFIN que ocorreu no mês passado, em Lisboa, tanto eu como os meus colegas partilhámos da mesma opinião: de que o pior momento da desaceleração económica já teria passado e de que a retoma estava em andamento. Hoje essa convicção é ainda mais firme. É com muita satisfação que passamos a pasta num momento em que a retoma económica já se faz sentir e temos perspetivas económicas muito positivas para a segunda metade do ano. ”

João Leão, Ministro de Estado e das Finanças

O Ministro considerou que, após vários meses de trabalho árduo, nos últimos dias foram alcançados marcos históricos para a União Europeia. Depois da ratificação da Decisão dos Recursos Próprios por todos os 27 Estados-Membros em tempo recorde, a Comissão Europeia foi aos mercados para uma primeira emissão conjunta de dívida. “Com a procura a superar a oferta mais de sete vezes, e com a taxa próxima de 0, esta primeira emissão de 20 mil milhões foi um verdadeiro sucesso”, considerou João Leão.


Na última semana foram também aprovados os primeiros Planos de Recuperação e outros 12 planos deverão ser aprovados pela Comissão até ao final da Presidência Portuguesa. “Estamos agora muito perto de trazer os planos para a economia real. Em breve poderemos começar a executar as reformas e os investimentos que irão reformar o nosso continente e preparar as bases para uma União mais forte e mais resiliente”, disse o Ministro.


Para João Leão, a decisão de manter a Cláusula de Escape em 2022 foi outro marco importante da Presidência Portuguesa, um “sinal de coordenação inédita entre os Estados-Membros para manter a recuperação no topo das prioridades”.