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A Europa tem de estar na vanguarda da inovação tecnológica

20 abr · 18h30

João Gomes Cravinho, Ministro da Defesa Nacional © Ministério da Defesa Nacional

A União Europeia “tem de estar na vanguarda da inovação tecnológica” em matéria de defesa e segurança, defende o Ministro da Defesa Nacional, lembrando que a emergência de novas tecnologias disruptivas não tem “paralelo, no passado, em termos de intensidade” e dos riscos que representa para as sociedades.

 

João Gomes Cravinho intervinha numa conferência sobre o “Impacto das Tecnologias Disruptivas na Defesa”, no âmbito da Presidência Portuguesa do Conselho da UE, na qual participaram a Agência Europeia de Defesa e representantes dos Estados-Membros, bem como da academia e da indústria.

 

Argumentando que a UE “deve investir no desenvolvimento de ecossistemas dinâmicos no [setor da] defesa, que mobilizam os melhores recursos da sociedade”, João Gomes Cravinho destacou três eixos orientadores da política europeia no que se refere ao desenvolvimento das tecnologias disruptivas.

 

O primeiro, referiu, é o “fortalecimento da cooperação” entre a UE e a NATO, a fim de permitir que os dois parceiros “recuperem e mantenham a vantagem tecnológica”. Além disso, a UE deve também apoiar os Estados-Membros no desenvolvimento das suas capacidades nacionais.

 

Por fim, o Ministro da Defesa Nacional sublinhou a necessidade “de encontrar novas maneiras de melhorar as sinergias entre as indústrias civis, de defesa e espaciais”, concluindo que “a Europa tem de ser audaz no que toca a estimular soluções criativas e inovadoras, que são cruciais para a sua autonomia estratégica no domínio da defesa”.